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novembro 25, 2013

Quando eles decidem experimentar...

Neste minha fase de transição para o ensino doméstico, muitas são as dúvidas. Quando leio sobre unschooling, pergunto-me se na verdade me conseguirei livrar da formatação de “escola” que tenho no meu cérebro. 
Numa das minhas leituras na internet, num blog sobre ensino doméstico, li algo sobre escrevermos num caderno todas as tarefas que vamos fazendo com os nossos filhos, muitas vezes nada estruturadas ou pensadas, mas que servem de ponto de aprendizagem, para verificarmos ao fim do dia, ao fim da semana, que na verdade fizemos muita coisa e que eles aprendem de muitas maneiras!

Na verdade, ando muito mais atenta e percebo que, para eles, muita coisa serve para aprender e que muitas vezes são eles que tomam a iniciativa de experimentar, de querer descobrir e dar resposta às dúvidas que têm. 
Estas imagens foram tiradas num desses dias em que o F. decidiu que queria encher o bidé com água e colocar objetos vários lá dentro e ver se flutuavam ou não! E depois pensou ele, e se eu juntar açúcar na água? e sal?
Bem a minha primeira reação ia ser: Na casa de Banho! No bidé! Uma maçã! Ia colocar imensos obstáculos à sua iniciativa de experimentar só por que era um local não tão apropriado!

Então pensei. E porque não? Vou deixá-lo fazer tal e qual como ele quer. Vou ver até onde vai.
E assim o F. dirigiu uma experiência totalmente idealizada por si.
Eu aproveitei e introduzi a recolha dos dados. Colocar no quadro o que ele observava.
Foi muito interessante ver o gosto com que ele fez a sua experiência, com que registou os resultados. 
Para mim serviu muito de reflexão. Não importa o local, os objetos e a forma de ensinar, interessa sim a aprendizagem que se tira quando se quer aprender!
Importa ir atrás dos seus interesses e a aprendizagem surge naturalmente. 








outubro 31, 2013

Feliz dia das Bruxas


Quase todos os nossos materiais de crafts ficaram em Coimbra. Para aqui só vieram materiais simples como papel colorido, cartolinas, lápis, canetas e tesoura. Assim, há que apelar pela imaginação para criar atividades interessantes com poucos recursos. 
Depois de ter visto no blog da Marvan esta atividade muito simples, pensei logo que a tinha de fazer com o F. E assim foi. Ontem estivemos a fazer fantasmas de papel higiénico, para que ficarem muito finos e a ver se eles voavam.

Trata-se de colocar os fantasminhas a voar usando a eletricidade estática que se cria da fricção de uma caneta com a roupa. Na verdade nós começamos com a sugestão da Marvan e usámos um balão, mas os fantasminhas quase nada se mexiam. Então sugeriu-se usar outros objetos, como canetas. E assim realmente os fantasmas levantaram voo . 




Esta é uma brincadeira, mas na verdade a explicação científica que está por trás dela é muito interessante para depois se explorar com as crianças.
Hoje voltei a repetir a experiência para tirar as fotografias, pois ontem com a diversão não deu!