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outubro 15, 2014
maio 20, 2014
Ver para lá da mancha

Lembram-se das nossas brincadeiras com simetrias? Pois esta mancha, foi uma das bonitas figuras que obtivemos fruto dessa brincadeira . Agora foi transformada numa personagem para uma história.
É engraçado! Ver para lá da mancha e extrair imagens, criar personagens, formar objetos.
A mim faz-me lembrar uma personagem do Dartacão! ( algo que está guardado aqui na minha memória, do tempo em que via o Dartacão).

maio 03, 2014
Explorando as linhas de Miró
Tudo por causa das notícias dos quadros de Miró. o F. quis saber quem era e eu aproveitei e um dia destes estivemos a ler sobre Miró e a partir de várias imagens que recolhi da internet, estivemos a brincar com base nas linhas de Miró.
abril 08, 2014
Uma tarde de pinturas
Depois de um belo passeio no nosso bosque em cinfães, uma tarde dedicada às tintas e pinceis em casa da tia Clau. . Quando há total liberdade de expressão ficamos admirados com o que conseguimos fazer. Adoro!
janeiro 30, 2014
Desenhar de olhos fechados
Uma atividade que gostamos muito
de fazer é desenhar patos de olhos fechados. Parece estranho mas é muito divertido
e um ótimo momento para descontração.
Normalmente temos uma ideia muito
formal de como um animal, pessoa ou objeto deve ser desenhado. Acabamos, sem querer, por
passar essa ideia às crianças. Depois estas decepcionam-se pois não se aproximam
dessa perfeição. Passam a acreditar muito cedo (erradamente) que afinal, uns conseguem desenhar e
outros não. E isso pode ser o suficiente para não pegarem mais em lápis de cor
e desenhar. É o princípio da destruição da criatividade tão grande das
crianças. (Esta é a minha opinião, resulta do que eu sinto e vejo. Não tenho qualquer formação
artística, mas resulta da minha experiência enquanto mãe). Este tem sido um trabalho que também eu tenho feito. Desligar-me dos preconceitos de que não sei desenhar ou pintar porque não sou pintora e ousar pegar nas canetas, lápis e pinceis e fazer o que me apetece!
A forma como os objetos são
representados pode variar entre, a cópia fiel do objeto em si e estilização do
mesmo, a captação da forma essencial. Interessa a ideia.
E para mim interessa muito mais o
sentimento, a diversão, a despreocupação na construção do objeto e o interesse
em pegar num lápis e, sem medo, representar algo que estou a ver, ou que quero
explicar.
Assim que, esta atividade é muito interessante para nos libertarmos da ideia de que temos de desenhar bem.
Ora de olhos fechados seria difícil!
A proposta é fechar os olhos,
pensar num objeto e depois desenhá-lo de olhos fechados. Nós temos a tendência
de desenhar patos. Aliás o F. costuma dizer: “Mãe, vamos desenhar patos de
olhos fechados?”. Mas depois acabamos sempre por desenhar outros animais e
objetos.
Podemos aumentar o grau de
dificuldade, tentando desenhar sem nunca levantar a caneta do papel. Foi o caso destes que
fizemos ontem. Desenhamos de olhos fechados sem nunca levantar a caneta do
início ao fim do desenho.
É um exercício giríssimo porque
as crianças descontraem, não ficam preocupadas em pensar se vão desenhar bem ou
não. E estimulam a criatividade.
Rimos imenso quando abrimos os olhos e vemos que os pontos e linhas não
coincidiram, mas afinal a forma está lá e até se percebe o que queríamos
desenhar. As criaturas que resultam são
mesmo muito giras e até podem depois ser usadas para outros projetos. Vale a
pena tentarem!
Gostava que, caso fizessem esta
atividade, me enviassem fotos das vossas criações que eu partilho aqui no blog ou
o link dos vossos blogs com os vossos desenhos. Obrigada.
janeiro 27, 2014
Deixar espaço para a criatividade
Quando hoje li o post da Raquel do blog Colher de mãe (cantinho muito inspirador para mim), identifiquei-me completamente com a forma como ela descreve o que deve ser o espaço criativo para as crianças. A Raquel deixa-nos a pergunta no ar: "Como fazem para manter a criatividade dos vossos filhos?"
Achei que era interessante responder com umas imagens nossas. Na nossa casa também sempre esteve tudo à disposição. Aliás a nossa sala era um espaço multiusos, mais atelier do que outra coisa. Não temos televisão e então os cantos estavam preenchidos com estantes onde os materiais para as atividades plásticas estavam todos à mão. Caixas com tintas, com papéis vários. Lápis e canetas dispostas em copos. Pincéis à mão de pincelar. Tenho ainda sempre disponível uma caixa com "lixo", ou melhor para outros é lixo, mas para mim não. São materiais vários, desde latas, cortiça, plásticos, esferovite, tampas...etc, onde podemos recorrer e inventar muito.
Mas esta forma de disponibilizar tudo não se passa só com os materiais mais criativos, mas também com os livros, mapas, revistas e jogos. Estes materiais também sempre estiveram em estantes baixas e acessíveis.
Tantas vezes encontro o F. a pegar num mapa, num jogo, nos legos, num livro e está sozinho, interessado a explorar.
Achei piada ao que a Raquel escreveu sobre deixar coisas pelo caminho. Muitas vezes faço isso com os livros. O F. Adora livros, mas verifiquei que muitas vezes se sou eu a dizer para vermos este ou aquele livro ele diz que não lhe apetece aquele. Então comecei a deixar os livros que eu queria que ele pegasse em cima do sofá, ou numa mesa, como se estivessem perdidos e caídos ali por acaso. Passado um bocado apanho-o sempre a folhear o livro, a lê-lo e a perguntar-me coisas sobre o que lê.
Tento usar com ele vários materiais, explorar várias técnicas, pintamos coisas em conjunto.
Por vezes montamos mesmo um verdadeiro arsenal, parecemos uns reais artistas!
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